European Humanism in the Making – Summer Workshop

Os docentes e investigadores do CECC Peter Hanenberg e Alexandra Lopes participaram, durante a presente semana, no workshop de verão “European Humanism in the Making”. Este decorreu durante os dias 9 e 11 de julho em Gubbio, Itália com o objetivo de discutir questões culturais e políticas para a redefinição do conceito de “Europeaness”.

A iniciativa partiu da Assembleia Geral de FUCE (Federação Europeia de Universidades Católicas) em Maio de 2015, e conta com cinco universidades parceiras desde 2017. Peter Hanenberg coordena um dos 5 módulos.

 

Durante os dias 9 e 11, os investigadores apresentaram diferentes abordagens aos principais tópicos do programa:

I. European History and Consciousness

II. Literature, the Arts, Translation and European Identity

III. The European Approach to Science and Technology

IV. European Social Humanism

V. Governance, Democracy and Civic Engagement: Beyond Differences

 

Peter Hanenberg e Alexandra Lopes apresentaram reflexões sob os títulos “Re-reading the canon as funding texts of European Identity” e “’Seventy times seven’: negotiating identity and alterity in Europe through translation”.

Advertisements

Encontro Ciência 2018

Ciência 2018 é um encontro anual que procura reunir investigadores portugueses em torno de um debate focado nos maiores temas e desafios da atualidade.
A edição do Encontro com a Ciência e Tecnologia em Portugal 2018 terá início no dia 2 de julho no Centro de Congressos de Lisboa e conta com a presença de investigadores Portugueses e de África do Sul como país convidado.

Serão três dias intensivos focados na agenda 2030 proposta pela Organização das Nações Unidos, convidando investigadores de diferentes áreas e disciplinas a discutirem e repensarem a conceção do 9º Programa do Quadro Europeu para a Investigação e Inovação 2021-2028.

As sessões estão organizadas por diferentes temas, dos quais destacamos a intervenção dos investigadores do CECC Ana Cristina Cachola, Antonio Chenoll, Luísa Santos e Patrícia Dias, com os respetivos abstracts descriminados abaixo.

Destacamos ainda a presença dos alunos de Doutoramento Ana Paula Mauro e Naide Feijó Múller Cajado Caldeira, as quais marcarão presença na conferência com a apresentação dos seus respetivos Posters: Narrativas Não-ficcionais Imersivas no Ciberespaço e Representação do ativismo (por direitos humanos e não humanos) na informação televisiva em Portugal.

Programa completo Ciência 2018
Registo de acesso às conferências

Sessão no tema 1 – Iniciativa Nacional Competências Digitais
Tecnologias Digitais, Crianças e Parentalidade: Desafios da educação informal
Patrícia Dias, Centro de Estudos de Comunicação e Cultura

Na sociedade em que vivemos, as crianças estão a nascer em lares mediatizados, nos quais são expostas às tecnologias digitais desde tenra idade, e começam a utilizá-las cada vez mais cedo. No caso das crianças mais pequenas, os pais desempenham um papel fundamental na mediação do acesso aos dispositivos e aos conteúdos, e das práticas digitais. Contudo, os pais são confrontados com informações e opiniões contraditórias, quer nos discursos mediáticos quer nas suas redes de relações, e têm muitas dúvidas sobre a melhor forma de mediar a utilização das tecnologias digitais, tendo em vista o desenvolvimento e o bem-estar dos filhos.
O projeto hAPPy kids tem como objetivo identificar critérios válidos para a avaliação e seleção de conteúdos digitais para crianças, sobretudo para dispositivos móveis. Tendo como principal fundamentação teórica o conceito de conteúdos digitais positivos para crianças de Sónia Livingstone (2008), este projeto explora as percepções e práticas de pais e crianças, bem como consulta diversos stakeholders do mercado, especialistas influenciadores nos media, e ainda policy-makers. Contando com uma vasta e diversa base empírica – inquéritos a 1968 pais de crianças com menos de 8 anos, visitas e entrevistas a 81 famílias e entrevistas a 16 stakeholders – este projeto visa discutir o papel das tecnologias digitais e da mediação parental na educação informal.

Sessão no tema 4 – Educação de Qualidade
Projeto AFORO. Apoio para a Formação Regular Online | AFoRO
Antonio Chenoll, Centro de Estudos de Comunicação e Cultura

Inserido no Objetivo 4: Qualidade no ensino superior, dentro dos 17 Objetivos de desenvolvimento sustentável a proposta de projeto AFoRO tenta aproximar os conteúdos que a Faculdade de Ciências Humanas da UCP ministra de maneira geral e presencial para um curso online, aberto e gratuito dirigido a camadas da população sensíveis ou em risco de exclusão como adolescentes com poucos recursos, mulheres vítimas de violência de gênero, imigrantes/refugiados, entre outros.
Desta maneira, combinamos o objetivo de oferecer a qualidade do ensino universitário (Objetivo 4 e principal neste projeto) com outros objetivos como Reduzir a Desigualdade (Objetivo 10) e a Igualdade de Gênero (Objetivo 5).
O desenho do projeto terá a colaboração de diferentes membros da comunidade acadêmica da Universidade Católica Portuguesa em Lisboa e Viseu, especialistas na proposta dos conteúdos do curso assim como a parceria de ONGs credíveis que acreditem a situação real dos candidatos.
Além dos cursos, o projeto visa certificar as competências adquiridas em provas presenciais ou online síncronas, com o intuito de serem reconhecidas pelo mercado de trabalho acrescentando assim a competitividade dos participantes. Esta certificação será completamente optativa, terá mínimos de participação para garantir a qualidade da certificação e deverá ser paga como compensação por despesas; mas nunca como receita da universidade.
Todos os cursos terão uma componente fundamentalmente prática, multimédia e interativa tendo sempre em consideração o desenvolvimento das softskills fundamentais para a inserção laboral do público alvo.

Sessão no tema 5 – Igualdade de Género
Activismo académico: a importância das zonas cinzentas da falsidade, do racismo e do sexismo (ou um plano contra a trumpificação dos discursos)
Ana Cristina Cachola, Luísa Santos, Centro de Estudos de Comunicação e Cultura
O activismo académico toma diferentes formas e pode ser praticado de diferentes modos. Segundo Flood, Martin e Dreher “os académicos podem conduzir activismo enquanto trabalho académico, validando (formas particulares de) activismo em nome do seu valor intelectual” (2013:18). A falsidade no discurso ou a falsidade enquanto discurso têm sido discutidos por muitos autores. Como Michel Foucault afirma, “não podemos imaginar que o mundo nos mostra uma realidade legível que temos apenas que decifrar. O mundo não é um cúmplice do nosso conhecimento; não há proveniência pré-discursiva que coloque o mundo a nosso favor” (1981: 67). É precisamente neste contexto que esta apresentação pretende discutir porque é que as zonas cinzentas da falsidade, do racismo e do sexismo têm a mesma importância que as situações explícitas de falsidade política.

Caterina Cucinotta publica tese sobre cinema e vestuário

A investigadora Caterina Cucinotta vê agora publicado em livro a sua tese de doutoramento sob o título Viagem ao Cinema através do seu Vestuário. 

A apresentação da obra terá lugar em duas ocasiões: dia 9 de Maio na Universidade da Beira Interior, na Covilhã, durante as Jornadas do Cinema em Português; e no AIM em Aveiro no dia 17 de Maio.

 

Luísa Santos escreve sobre Rui Toscano na revista Contemporânea

A docente do Lisbon Consortium e investigadora do CECC escreveu na Revista Contemporânea sobre a mais recente exposição de Rui Toscano na Galeria Cristina Guerra, ainda a decorrer.

O fascínio pela imensidão do cosmos e pela ambição humana de explorá-lo e entendê-lo é central ao corpo de trabalho que desenha Eu Sou o Cosmos. Etimologicamente, a  palavra cosmos deriva do termo grego κόσμος (kosmos), cujo sentido literal é o que está “bem ordenado” ou “ornamentado” e “mundo”. Este entendimento do cosmos mostra-se particularmente claro nas pinturas Dois Biliões de Estrelas (2018) e Um Bilião de Estrelas (2018). Dominadas, respectivamente, por um fundo branco e por um fundo preto, habitados por pontos e círculos de diferentes dimensões, brancos, azuis e cinzentos, parecem recusar a natureza em favor da abstração. Numa união da bidimensionalidade com a profundidade, estas pinturas transmitem habilmente a definição de sublime Kantiano: um objecto “cuja representação determina o ânimo a imaginar a inacessibilidade da natureza como apresentação de ideias.” [1] A experiência interna de olhar para estas pinturas envolve uma sensação inquietante perante algo sem forma e infinito que nos escapa. Por outras palavras, as pinturas colocam-nos diante da imensidão do universo e da percepção da nossa pequenez expondo a nossa faculdade da razão.

Luísa Santos

Excerto de “Rui Toscano. Eu Sou o Cosmos”, Ed. 04 / 2018. Pode ler-se o texto completo aqui

 

Livro dos Anais do XV Congresso Ibercom agora online

O e-book dos Anais do XV Congresso Ibercom 2017 está já disponivel online. O encontro anual realizou-se este ano na Universidade Católica Portuguesa, entre 16 e 18 de Novembro, e na organizaçao estiveram os docentes e investigadores Nelson Ribeiro e Catarina Duff Burnay.

O livro, com mais de 6 mil páginas, está disponível para download gratuito aqui 

Translation, Power and Politics: Call for papers

3rd Symposium on Literary Translation and Contemporary Iberia:

Translation, Power and Politics

Research Centre for Communication and Culture, Universidade Católica Portuguesa

Lisbon, 22-23 November 2018

 

The 3rd Symposium on Literary Translation and Contemporary Iberia aims at bringing together scholars and researchers in the field of Translation Studies (and related areas) working with the Iberian languages. Following the two previous events organized at University College Cork (2016) and Dublin City University (2017), the third edition of the Symposium will reflect upon the relationship between different dynamics of power and movements/gestures of translation in the Iberian Peninsula throughout the 20th and 21st centuries. As a starting point for the debate, we propose the topic “Translation, politics and power”.

Firstly, and following on Spivak’s seminal text “Politics of Translation” (1998), we will question the role of the translator as perpetuator/ informer/opponent of relations of domination and, amongst these, of both the colonialist and the democratizing potential of linguae francae. If we accept, with Spivak, that translation is an intimate act with the source text, can the (good) translator do something other than surrender to the rhetoric of the original? And what source and target languages are there (effectively) in the Iberian publishing market? To what extent do translation policies build and sustain notions of majority (s) and minority (s)?

On the other hand, we will claim that the history of the 20th and 21st centuries in Portugal and Spain can also be read through the (history of) publishing in both countries, namely of translated literature. In fact, creating catalogues of translated literature on both sides of the border might reveal multiple and undisclosed forms of interaction between translation and contemporary powers (political, economic, ideological or others). As such, possible questions to debate would be: How is the current political situation in the two Iberian countries reflected in translation? What is the role of translation in the major public debates that have taken place in Portugal and Spain around topics such as memory, the financial crisis, Catalonia, Europe or war? Lastly, and considering that no translation agent is ever neutral, we also invite submissions of historically grounded studies that look at translators from/in the Iberian Peninsula as active agents taking part in the dialogue between political structures and translation.

 

Papers on the following topics are welcome:

Apolitical rewritings by political authors (and vice versa)

Languages, politics and power(s)

Different directions in translation

Translators and politics

Peripheries and centrality in literary translation

Power and empowerment

Power, control and resistance

(Official) politics of translation

Translation and war

Translation and ideology

Translation and power in the digital age

Translation, gender and power

Translating in dictatorship, translating in democracy

Translating political ideas

Translation and the Church.

 

Keynote speakers (to be confirmed)

Isabel Soler, Universidade de Barcelona

TBA
Speakers should prepare for a 20-minute presentation followed by questions. Please send a brief biographical note (100 words) and a 250-word abstract to Inês Espada Vieira  iev@fch.lisboa.ucp.pt and Rita Bueno Maia rbuenomaia@fch.lisboa.ucp.pt

Proposals should list paper title, name, institutional affiliation and contact details.

 

Deadline for submission of proposals: 27 June 2018

Notification of abstract acceptance or rejection: 27 July 2018

The conference languages are Portuguese, Spanish and English.

Fees:

Participants – 35€

The registration fee includes coffee breaks and lunches on the two days of the Symposium, as well as conference documentation.

 

Payment

By bank transfer:

NIB: 003300000017013412105

IBAN: PT50 0033 0000 0017 0134 1210 5

SWIFT: BCOMPTPL

 

By cheque made out to:

Universidade Católica Portuguesa

and sent to:

Centro de Estudos de Comunicação e Cultura

a/c Elisabete Carvalho

Universidade Católica Portuguesa

Faculdade de Ciências Humanas

Palma de Cima

1649-023 Lisboa Portugal

Call for papers: “1818-2018 – the silent revolution: of fears, folly & the female”

1818-2018 – the silent revolution: of fears, folly & the female

Universidade Católica Portuguesa, Lisbon

5 November 2018

I have gone out, a possessed witch,

haunting the black air, braver at night;

dreaming evil, I have done my hitch

over the plain houses, light by light:

lonely thing, twelve-fingered, out of mind.

A woman like that is not a woman, quite.

I have been her kind.

Anne Sextox

 

1

Image: Julia Margaret Cameron|Digital image courtesy of the Getty’s Open Content Program

In 2018 we celebrate events which took place two hundred years ago: the publication of Mary Shelley’s Frankenstein and the birth of Emily Brontë. While the two events are markedly different, as the former is a tangible work of art and the latter more of a promise of what was to come, both have contributed to challenge and change the conceptions and perceptions of the time, thus performing a silent, subtle revolution in the world of letters.

Shelley and Brontë are mostly famous for one novel each, but these novels have helped shape Western imagination and literature, as they arguably ‘disclose uncommon powers of poetic imagination’, as Walter Scott said a propos Shelley’s oeuvre [Blackwood’s Edinburgh Magazine 2 (March 1818)].

By focusing on characters who do not belong anywhere – ‘I am an unfortunate and deserted creature; I look around, and I have no relation or friend upon earth’ (Shelley, 2004: 160) and ‘Not a soul knew to whom it [Heathcliff] belonged’ (Brontë, 1965: 78) –, both novels seem to question the hegemonic discourse of the time. As such, their global appeal may precisely reside in their radical difference and ‘unbelonging’ (Rushdie, 2013), which, paradoxically, make them potential sites for multiple identifications – the female, the savage, the foreigner.

This conference brings the two female authors together, for their œuvres, as different as they are, may shed light on a topic that resonates nowadays – how gender impacts on authorship, imagination, and a sense of humanity. If, as Woolf claims, ‘women have served all these centuries as looking-glasses possessing the magic and delicious power of reflecting the figure of man as twice its natural size’ (Woolf, 2000: 45), is it entirely possible that women authors have resorted to the misshapen, dark, monstrous Other as alter egos of their own perception of themselves and their place in society?

The conference wishes to be a locus of celebration and discussion, both by placing the authors in the context of their time (coeval artists and ideas), and by displacing them and investigating their impact on literature and other media (music, cinema, videogames, etc.). By rereading the works critically in the context of a 200-hundred-year time lapse, the conference aims to look at the texts as clues ‘to how we live, how we have been living, how we have been led to imagine ourselves, how our language has trapped as well as liberated us, how the very act of naming has been till now a male prerogative, and how we can begin to see and name – and therefore live – afresh’ (Rich, 1979: 35).

Brontë, Emily (1965), Wuthering Heights, Harmondsworth: Penguin Books.

Rich, Adrienne (1979), ‘When We Dead Awaken: Writing as Re-Vision’, On Lies. Secrets, and Silence. Selected Prose 1966-1978, New York and London: W.W. Norton & Company, pp. 33-49.

Rushdie, Salman (2013), Joseph Anton, London: Vintage.

Shelley, Mary (2004), Frankenstein or The Modern Prometheus, London: Collector’s Library.

Woolf, Virginia (2000), A Room of One’s Own and Three Guineas, Oxford and New York: OUP.

Papers on the following topics are welcome:

  • Male privilege in literature: revising concepts of authority and authorship
  • Female gaze and the imagination
  • 19th-century language, gender and cultural filters
  • Concepts of human being, humanity, humanness and ‘technogenesis’
  • Displacement and replacement as male anxieties
  • 1st-person narration: giving voice and / or visibility to ghosts, monsters and waifs
  • The impact of Shelly and Brontë in English-speaking and world literature
  • Pseudonymity and power
  • The monster within: representations of (female) fear and folly in literature
  • ‘Savagery’ at the heart of Europe and the ideal of la mission civilisatrice
  • Siting contestation: literature on progress and knowledge
  • Is Gothic literature female?
  • Translating ‘strangeness’ into different languages and / or media
  • The afterlife of Frankenstein and Wuthering Heights in art and pop culture
  • Fandom and the Gothic experience

 

Keynote speakers:

Luísa Leal Faria (Universidade Católica Portuguesa)

Marie Mulvey-Roberts (University of the West of England – Bristol)

The conference languages are English and Portuguese. Speakers should prepare for a 20-minute presentation followed by questions. Please send a 250-word abstract, as well as a brief biographical note (100 words) to silent.revolution1818@gmail.com  by June 30.

Proposals should list the paper title, name, institutional affiliation, and contact details. Notification of abstract acceptance or rejection will take place by July 30.

Organising Committee:

Rita Faria

Carla Ganito

Alexandra Lopes

Scientific Committee:

Daniela Agostinho (Københavns Universitet)

Jorge Bastos da Silva (Universidade do Porto)

Rita Faria (Universidade Católica Portuguesa)

Cátia Ferreira (Universidade Católica Portuguesa)

João Ferreira Duarte (Universidade de Lisboa)

Luana Freitas (Universidade do Ceára)

Joyce Goggin (Universiteit van Amsterdam)

Angela Locatelli (Università degli Studi di Bergamo)

Rogério Miguel Puga (Universidade Nova de Lisboa)

Maria Sequeira Mendes (Universidade de Lisboa)

Fees:

Early bird (by September 15):

Participants – 100€

Students (ID required) — 50€

After September 15 and no later than October 15:

Participants – 120€

Students (ID required) – 70€

The registration fee includes coffee breaks, lunch, as well as all conference documentation.

Payment:

By bank transfer:

NIB 003300000017013412105

IBAN PT50 0033 0000 0017 0134 1210 5 SWIFT BCOMPTPL

By check made out to:

Universidade Católica Portuguesa

and sent to:

Centro de Estudos de Comunicação e Cultura

a/c Elisabete Carvalho

Universidade Católica Portuguesa

Faculdade de Ciências Humanas

Palma de Cima

1649-023 Lisboa Portugal

Please send payment notification (in case of online payment) or a copy of the bank transfer document to the above email.

 

Homenagem a Landeg White juntou colegas, família e amigos

This slideshow requires JavaScript.

Realizou-se no dia 22 de março de 2018, na Sala de Atos do Palácio Ceia da Universidade Aberta (UAb), a sessão de homenagem a Landeg White, premiado tradutor da obra de Camões, professor universitário, poeta e investigador do CECC, que reuniu colegas, familiares e amigos.
A sessão foi aberta por Paulo Dias, Reitor da UAb, acompanhado por Peter Hanenberg, director do CECC, e Isabel Falé, Directora do Departamento de Humanidades da UA. Todos recordaram momentos marcantes da vida académica e intelectual de Landeg White. Isabel Falé sublinhou a sua “criatividade rara e versatilidade intelectual” e ainda o talento poético de Landeg White. A poesia como forma de investigação foi o tema da participação do investigador e autor no primeiro coffee break do CECC, momento lembrado por Peter Hanenberg que trouxe à conversa um dos aspectos da personalidade do homenageado, o humor, quando este afirmou, então, que Pessoa, Baudelaire ou Camões não teriam sido aceites como bolseiros da FCT. Sónia Pereira leu um poema que versava sobre a linguagem, em forma de recordação do momento passado no CECC. Paulo Dias lembrou que Landeg White foi o primeiro docente estrangeiro a defender uma tese de doutoramento naquela universidade, motivo de orgulho para a instituição, cujo Reitor destacou ainda a sua obra como tradutor e estudioso da literatura portuguesa e a capacidade de fazer do deslocamento, temporal, geográfico e cultural, um olhar enriquecedor.
Numa segunda mesa, reuniram-se os dois filhos de Landeg White, que fizeram leituras de poemas, na abertura e no fecho da conversa que reuniu colegas e amigos, entre os quais Gerald Bär, colega do CECC e amigo, Rui Zink, que se cruzou com Landeg White em iniciativas de escrita criativa e apresentou também o seu último romance, Margarida Vale de Gato, amiga e tradutora de alguns dos seus poemas, António Araújo, docente de Matemática que desenhou o seu retrato para o site e fã da sua literatura, e Jeff Childs, amigo e colega na UAb. Todos recordaram a inteligência, humor, tranquilidade, seriedade e talento de Landeg White. Desta conversa resultou a vontade expressa de traduzir a obra poética de Landeg White para português, dando continuidade à iniciativa de Margarida Vale de Gato, que já traduziu, individualmente e com alunos, alguns textos, lidos em inglês e português nesta sessão.
Seguiu-se a apresentação do livro Poetas que não Eram Camões/The Poets Who Weren´t Camões (Universidade Católica Editora), com a presença da editora, Anabela Antunes, que se congratulou com a publicação desta recolha de poemas de autores contemporâneos de Camões edição comentada e bilingue. O co-autor Hélio J.S.Alves, professor da Universidade de Évora, falou sobre o processo de realização do livro, em parceria com Landeg White, frisando a sua generosidade intelectual e o seu notável papel na divulgação da literatura portuguesa do século XVI. A apresentação do livro coube a Mário Avelar (texto a publicar neste blogue brevemente).

VIII Graduate Conference in Culture Studies: call for papers

REPLACEMENT AND REPLACEABILITY IN CONTEMPORARY CULTURE

VIII Graduate Conference in Culture Studies

6–7 December 2018 | Universidade Católica Portuguesa – Lisbon

Call for Papers

We call for papers for the 8th Graduate Conference in Culture Studies. This edition will be on the theme of “Replacement and Replaceability in Contemporary Culture” and takes place in Lisbon on the 6th and 7th of December 2018. The conference is organized by The Lisbon Consortium in conjunction with the Research Centre for Communication and Culture at the Universidade Católica Portuguesa.

We aim to discuss the ways in which the concept of ‘replacement’ can be understood and productively used for the study of contemporary culture. Replacement has been one of the central concepts in the study of culture for quite some time, and, at the risk of overstating this claim, one could say that replacement is a concern in all fields of knowledge dealing with the study of culture today. It is, however, rarely the central focus in academic discussion and this event aims to contribute to a more detailed analysis of the uses, misuses, and usefulness of this particular concept for the study of cultural objects.

Hearing the words replacement and replaceability, one naturally wonders: Who or what is being replaced? Who is doing the replacing? What counts as replaceable? Is there a logic of replacement? What happens when bodies are deemed replaceable for other bodies? Or for machines? How does replacement communicate with other, related, concepts, such as translation, repetition, reiteration, quotation, citation, metaphor, metonymy, synechdoche, and displacement? And how does it acquire meaning in connection to other concepts like false-consciousness, workforce, precariousness, simulacrum, spectacle, and ideology? How can replacement or replaceability be made useful for the study of cultural objects? Which objects warrant their use? It is on these and related questions that we invite abstracts to be presented at our conference.

– Replacement, technology and labor.

– Replacement and the body.

– Replacement and disability.

Replacement and the queer body.

Replacement and colonialism.

Replacement and representation.

Replacement and translation.

Replacement and biopower

Replacement and the digital.

Replacement by AI.

Replacement and recognition.

Replacement and knowledge production.

Replacement and simulacrum.

Replacement and death.

Replacement and the archive.

– Replacement and documentation

Background

Theoretical understandings of power tend to highlight the importance of controlled reproduction of human beings, or subjects, in order for power to function. One may think of a wide-ranging number of theorists here, from Karl Marx, through Louis Althusser, and on to Michel Foucault. In the study of bureaucratic modes of power exertion, documents can function as the irreplaceable expression of an identity or a right, as in the cases of identity cards, passports, and diplomas.

In translation studies, the notion of translation as a specific act of replacement is of central concern. In media theory and the study of visual culture, the notion of representation can be understood as a moment in which the image replaces the ‘original.’ In literary studies, concepts such as metaphor and metonymy are examples of replacing one word for another, a procedure considered essential to the production of meaning through language.

In Lacanian psychoanalysis, the mirror-stage functions as a scene in which the physical body is temporarily replaced by an imaginary double. Feminist- and queer theorists have often critiqued heterosexist and heteronormative approaches to otherness as failed, or attempted copies of heterosexual male life. In posthumanist discourses, the very notion of the human undergoes a moment of replacement by some kind of being that is no longer fully human and all too often celebrated as beyond the human in a teleological way. And post- and de-colonial theorists have read colonial activities of ‘Western powers’ as forced replacements of one culture for another.

We invite proposals for contributions in the form of 20-minute presentations in which replacement or replaceability are used either as concepts of analysis, put into dialogue with a cultural object, or in which the concepts themselves come under theoretical scrutiny.

Proposals should be no longer than 250 words and have to be sent to replacementconference2018@gmail.com no later than June 15th 2018.

Your abstract will be peer reviewed and you will receive notification of acceptance as soon as possible thereafter, but no later than the end of July 2018.

Upon acceptance you will be requested to register and provide some personal details to finalize your registration.

The conference will be a two-day event, taking place at the Universidade Católica Portuguesa. It is scheduled to take place on the 6th and 7th of December 2018.

 

Registration fee

The Registration Fee is €50,00 (this includes lunch, coffee breaks and conference materials).

For The Lisbon Consortium students and members of CECC, there is no registration fee.

 

Organizing Committee

Sara Magno, Jad Khairallah & Ilios Willemars

 

For more information, updates and details, see replacementconference.wordpress.com/

 

Homenagem a Landeg White: 22 de Março

Poetas que não eram Camões/ Poets who weren’t Camões é o último livro que o investigador, poeta e tradutor Landeg White nos deixou, em colaboração com Hélio J. S. Alves. Mário Avelar (Universidade Aberta) e Hélio Alves (Universidade de Évora) falarão da obra numa sessão de homenagem dedicada a Landeg White, falecido recentemente, promovida pelo CECC, pela Universidade Aberta e pela Universidade Católica Portuguesa, dia 22 de Março, no Palácio Ceia.