III Symposium on Literary Translation and Contemporary Iberia and Book Launch

During the 22nd and 23rd November, CECC researchers are gathering at the University for the 3rd Symposium on Literary Translation and Contemporary Iberia, titled “Translation, Power and Politics”.

CECC director and Professor Peter Hanenberg, Inês Espada Vieira and Rita Bueno Maia will open the Symposium, followed by the participants and their respective work.

Inês Espada Vieira and Rita Bueno Maia, who have also organized the Symposium, will be discussing their work on “Panorama de las narrativas hispánicas traducidas al portugués (2001-2015)”.

The Keynote Speakers present are Isabel Soler, Professor of Literature and Portuguese Culture at the Faculty of Philology of the University of Barcelona, as well as Jordi Gracia, Professor of Spanish Literature at the University of Barcelona, and columnist and literary critic for El País.

 

Thursday’s presentations will end with the book launch of “New Approaches to Translation, Conflict and Memory: Narratives of the Spanish Civil War and the Dictatorship”. The volume was edited by Lucia Pintado Gutiérrez and Alicia Castillo Villanueva, Professors at the School of Applied Language and Intercultural Studies at Dublin City University, Ireland, who will be present at the Symposium.

The book seeks to maintain and revive the memories of the Spanish Dictatorship, during the years of the 1930s, particularly by analyzing the role and impact of translation as military apparatus towards the promotion of ideology.

 

As Michael Cronin from Trinity College Dublin wrote in the Foreword,

“Spain in the 1930s was in every sense a translation zone. Seen from a particular angle, the Spanish Civil War was a striking example of translation as both process and product. Not only because of the language variety of the territory itself but because, as a number of the contributors to the volume point out, the presence of foreign combatants meant that military effectiveness entailed language mediation”. (Croning, 2018: viii)

 

The work of the researcher Inês Espada Vieira, one of the contributors to the volume with the paper titled “Voices, Whispers and Silence: Translating Defeat and Building Memories of the Spanish Civil War and Francoism”, comes to the fore. Inês Espada Vieira conducted a comparative analysis of Alberto Méndez’s novel Los girasoles ciegos and its respective Portuguese translation, in order to understand how language affected the Portuguese construction and memory of the Spanish Civil War. Throughout the paper, the researcher discusses how the Civil War was ensued into Portuguese culture through Literature, and how that affected perception and collective memory.

 

In the words of Inês Espada Vieira,

“In the movement of transnational memories, each book is a drop in the ocean or – to return to the metaphor of the bridge – each literary text, original or translated, is a brick or a cable that helps build and sustain a solid bridge between culture and across time, ensuring the representative polyphony of the narrative of our shared destiny.” (Vieira, 2018:202)

 

Other contributors to the volume will be present at the Symposium and book launch, such is the case for Pilar Godayol, with the work “Depicting Censorship Under Franco’s Dictatorship: Mary McCarthy, a Controversial Figure” and Andrew Samuel Walsh with “Empathy and Engagement in Translation: Langston Hughes’s Versions of Lorca’s Gypsy Ballads”.

 

Learn more about the symposium on the official website.

 

Gutiérrez, Lucia Pintado, Villanueva, Alicia Castillo (2018), New Approaches to Translation, Conflict and Memory: Narratives of the Spanish Civil War and the Dictatorship, UK: Palgrave Macmillan Studies in Languages at War. 

Advertisements

Marta Teixeira Anacleto apresenta “Misérias e Esplendores da Tradução no Portugal do Estado Novo” de Teresa Seruya

“Inicio esta breve apresentação de Misérias e Esplendores da Tradução no Portugal do Estado Novo, da autoria da Professora Teresa Seruya, com uma espécie de nota autobiográfica que não será – espero – descabida relativamente à tarefa que fui convidada a realizar.

Em 2002, depois de ter defendido a minha tese de doutoramento em Literatura Comparada e Estudos de Tradução, na Universidade de Coimbra, tive o gosto de presidir a uma mesa redonda, na Universidade de Évora, onde a autora deste livro e a sua equipa de investigação do Centro de Literatura e Cultura Portuguesa e Brasileira da Universidade Católica Portuguesa, apresentavam o projeto “História Literária e Traduções. Representações do Outro na Cultura Portuguesa”. Até então, nunca havia percebido o verdadeiro sentido e as implicações fundamentais (e fundacionais) da inexistência da integração, no âmbito da História da Literatura Portuguesa, dos textos em tradução. Depois desse momento (que marcou, sem qualquer dúvida, o meu percurso científico e a orientação do meu pensamento crítico), surgiu o convite generoso para integrar o grupo e a consequente participação em inúmeras reuniões de trabalho, em workshops e colóquios periódicos, realizados em torno desses tópicos de investigação, reunindo, em mesas quase redondas, nomes portugueses e estrangeiros reconhecidos dos “Translation Studies” (e que reconheciam a validade teórica e epistemológica do projeto). Desse tempo e deste tempo ficaram e ficam os resultados de um trabalho em comum e, não menos importante na instituição universitária, os laços de Amizade.

O livro que hoje tenho o prazer de apresentar demonstra exatamente o “esplendor” desse projeto de investigação e mostra, de forma clara, como a sua evolução, fundamental para a História da Literatura Portuguesa e para a História dos Estudos de Tradução em Portugal, decorreu do efetivo papel de coordenação que Teresa Seruya sempre sobre protagonizar, de forma cientificamente sólida e humanamente singular.

Reescreve-se, significativamente, no título da obra, o título do célebre ensaio de Ortega u Gasset, publicado em 1937 – Miseria y esplendor de la traducción – para, utilizando-o no plural, reunir um conjunto de estudos que Teresa Seruya desenvolver sobre a «Tadução do Portugal do Estado Novo », no âmbito do projeto a que aludi e, depois, no contexto de um novo projeto sediado no atual Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da Universidade Católica, em parceria com o Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa.

O facto de se glosar, escrevendo de novo e no plural, o título de Ortega y Gasset não é obviamente inocente: por um lado, trata-se de um volume que, como se afirma na “Apresentação”, congrega um conjunto lato de estudos que a autora realizou nos últimos 20 anos (três de entre eles contando com a coautoria de Maria Lin Moniz), sobre a história da tradução em Portugal, incidindo no período do Estado Novo e no efeito da Censura nas reescritas (aí se dá conta das misérias e esplendores de casos específicos atingidos, em maior ou menor grau, pelo silenciamento ideológico); por outro lado, não se trata apenas de um conjunto de textos reunidos em torno de um tema comum, mas de uma obra (também) sobre teoria e filosofia da tradução, demonstrando uma coerência teórico-crítica através da qual se deduzem as fragilidades e as mais-valias de um quadro geral que marca os Estudos de tradução em Portugal.

Dito de outro modo, a constatação, enunciada no espaço de “Apresentação”, de que apenas nas últimas duas décadas, se começou a dar especial relevância à tradução na cultura portuguesa, torna-se o argumento essencial para o desejo, manifestado pela autora, de participar na organização de uma história da tradução em Portugal, representando este livro, definitivamente, uma etapa histórica nesse processo e uma etapa relevante nessa e dessa história.

Dessa relevância histórica nos dá conta a própria organização coesa e estrategicamente operatória do volume, assente em dois grandes movimentos: um primeiro, de dimensão mais lata, intitulado «Para uma história da tradução em Portugal»; um segundo momento, mais canalizado para uma intervenção epocal, abordando o tópico “Tradução e Censura”, ao qual Teresa Seruya dedicou e dedica investigação sistemática. Especificando um pouco mais: a dinâmica subjacente à utilização da preposição “para”, na Parte Primeira do volume, é argumento suficiente para nela se incluírem reflexões teórico-metodológicas sobre a natureza da organização e escrita de uma história da tradução no caso português, avaliando-se o lugar epistemológico que nesse projeto ocupa a obra de Gonçalves Rodrigues (A Tradução em Portugal), propondo-se o abandono de uma história da tradução panorâmica e uma orientação tendencial para a escrita de uma História da Literatura Portuguesa que incluirá forçosamente o vasto património de traduções realizadas ao longo das épocas. Ilustra esta proposta, fundamentada em múltiplas tendências teóricas atuais dos Estudos de tradução (veja-se a extensa lista bibliográfica final), a análise de uma bibliografia crítica da tradução de literatura em Portugal durante o Estado Novo (título de um dos capítulos da obra), a reflexão sobre 3 as inevitáveis relações entre a prática da tradução e o poder, nesse período de ditadura, alguns apontamentos sobre as relações editoriais entre Portugal e Brasil, nos anos 40 e 50 do século XX. Os capítulos que encerram este primeiro momento (ou movimento) da obra dão conta, de forma teoricamente orientada, da relevância das coleções no Estado Novo e do modo como nelas são introduzidos ou não (a intradução), sob uma programação antológica ideologicamente fundamentada, os textos estrangeiros em tradução. Existe, assim, lugar para analisar diferentes estudos de caso: da coleção Livros RTP-Biblioteca Básica Verbo (um projeto pluridisciplinar que envolveu a equipa de investigação do Centro de Literatura e Cultura Portuguesa e Brasileira da Universidade Católica Portuguesa, coordenada pela Professora Teresa Seruya, a que, significativamente se associaram investigadores da área da História e Sociologia), a coleções de referência epocal com as das Edições Portugália ou, até, antologias de textos orientais.

Entende-se assim, que a passagem para a Parte segunda do volume – «Tradução e Censura» – pretenda evidenciar fenómenos de manipulação da escrita (ou reescrita) que remetem para a ontologia do próprio texto em tradução e para a sua articulação complexa com a ideologia (ou as ideologias). A autora, aliás, salienta, na apresentação desta Parte, a relevância de um trabalho continuado de pesquisa assente em documentos e relatórios emanados da Censura e retratando a Censura, cuja análise minuciosa (refletida em quadros numéricos pela primeira vez revelados, com percentagens de autores traduzidos, títulos, géneros) redunda em estudos de espetro diverso. Por isso mesmo, o módulo “Tradução e Censura” declina-se em três ordens de trabalhos: estudos de caráter mais sistemático sobre décadas (nomeadamente a década de 50), capazes de revelar uma tipologia de tradução sob a Censura; estudos mais temáticos, abordando (cito) “assuntos consabidamente “delicados” para o regime” (como a tradução e a relação Portugal/Espanha durante a Guerra civil espanhola; ou as Mulheres e a Guerra Civil de Espanha na censura); finalmente, estudos de caso envolvendo dois autores (Brecht e Simone de Beauvoir) cujo pensamento seria considerado “revolucionário” ou censurável durante o Estado Novo.

O final da obra leva, por isso mesmo, o leitor a reler o seu início – o seu avant-propos efetivo e simbólico – onde a autora, consciente da relação dialética que marca as duas partes do volume, e de uma síntese possível que fica forçosamente para além do/deste texto, anuncia um 2º volume de reflexão sobre tradução e migração, tradução cultural e estudos de caso de autores, cujas múltiplas traduções manifestam uma evidente interferência na própria evolução da literatura portuguesa e da história da literatura portuguesa.

Significa isto que a impossibilidade simbólica, tácita, de encerrar este volume não decorre apenas de uma história idiossincrática de investigação e de um percurso que se pretende reunir em livro; a impossibilidade de “fechar” este volume é determinada, também, pela própria natureza dos estudos sobre e de tradução, pela necessidade constante (intuída claramente pela autora) de reescrever o pensamento teórico, crítico e filosófico (de novo, Ortega y Gasset) sobre o texto em tradução, uma vez entendida a sua transversalidade epistemológica e a sua ligação a áreas de conhecimento outras, como a Sociologia, a Antropologia, a Linguística.

Nesse sentido, Misérias e Esplendores da Tradução no Portugal do Estado Novo não escamoteia um problema: mostra um problema (que tem sequência num continuum coerente de outros estudos, de outros problemas). Recooro, por isso, et pour cause, a Henri Meschonnic (como muitos sabem – e autora também –, um dos meus pensadores-fétiche, teórico da tradução e da linguagem, tradutor da Bíblia, poeta). Para Meschonnic (Poétique du traduire, Paris, Verdier, 1999) traduzir é ‘mostrar um problema. Porque mostrando-o, mostra-se a sua historicidade: o problema é a historicidade de uma relação entre discursos’.

Consequentemente (e continuo a seguir o autor, o tradutor, o poeta francês), o confronto entre o ato de traduzir com a literatura – e é disso que se trata nesta obra de Teresa Seruya – é o confronto permanente da língua com o discurso, das ideologias da língua e da literatura com o funcionamento histórico da literatura.

Assim, o disederatum antigo de escrever, em equipa, uma história da tradução em Portugal, a que alude a autora na “Apresentação” deste livro, o desejo de “abertura ao outro” que a move e que move a tradução, o intuito de que o “seu” livro «possa incentivar o interesse pela tradução em Portugal, bem como o empenho em investiga-la em maior amplitude e sistematicidade» (p. 11) fica lançado com o lançamento desta obra. Porque a história da tradução e das suas constantes transformações deve ser vista (ainda Meschonnic) como uma história do sujeito, um aspeto da história da historicidade (afinal um aspeto das suas misérias e esplendores).

Fica, por conseguinte, finalmente, no final, um agradecimento particular à Professora Teresa Seruya por esta dádiva. E por este desafio.”

Marta Teixeira Anacleto
Universidade de Coimbra
CLP (Centro de Estudos Portugueses)

“Language, Translation, and Migration”: Conference and Public Summit 2018

As docentes e investigadoras do CECC Rita Maia e Alexandra Lopes encontram-se, de momento, a participar na conferência “Language, Translation, and Migration” na Universidade de Warwick. A conferência decorre entre os dias 24 e 26, nas instalações da Universidade no Reino Unido e reúne investigadores de diferentes contextos culturais.

A investigadora Alexandra Lopes irá falar sobre o tema “The definitive foreigner: Translatorship as migration” e a investigadora Rita Maia irá, por sua vez, apresentar o tema “Integrating indirect translation into translation curricula: Towards a more equal and sustainable translation market. A research Project”.

A conferência pretende explorar a diversidade linguística e disciplinar, debatendo temas como as dinâmicas entre os fatores políticos e comportamentais, bem como a influência que estes poderão prestar sobre a multiplicidade linguística e a diversidade cultural. Perante o incremento da interconectividade, numa época que se assume cada vez mais global, levantam-se questões fulcrais em relação à complexidade dos processos migratórios e à adaptabilidade dos sistemas educativos e judiciais.

A linguagem e a tradução, surgem assim, como elemento agregador ou, por outro lado, perturbador da coesão e mobilidade sociais. Um diálogo partilhado entre profissionais e investigadores das áreas de tradução, línguas e sociologia, entre outras, tornam-se assim fundamentais à compreensão das melhores práticas, bem como ao desenvolvimento de modelos e aprendizagens que diluam e agilizem as barreiras socioculturais no processo de migração.

 

Para mais informações: 

Página da Conferência

Programa da Conferência

Landeg White publica traduções da lírica camoniana

O investigador do CECC Landeg White acaba de lançar uma nova obra, sob o título Camões: Made in Goa – Selected Lyric Poems written in India. A introdução ao livro pode ser lida no site do autor:

Camões arrived in India in November 1553, disembarking in Goa after a voyage of seven months. He arrived not as a Viceroy or Governor or Admiral, not as an authority figure of any kind, but as a convict soldier, sentenced to military service after being convicted of brawling in Lisbon. At the Corpus Christi festival in 1550, he had wounded a court official with a sword thrust, his subsequent prison sentence being commuted to a fine of 4,000 reis and three years military service in India.

It is hard to over-emphasis the scale of this personal disaster. Camões was 28, possibly 29 years of age. He was born into the lower ranks of the nobility, and all his ambitions had been focused on the Portuguese court, where he hoped his skills as a poet would secure him an appointment – the sixteenth century equivalent of a government job. The poems he wrote in pursuit of this were accomplished but conventional, versions of Petrarch whose sonnets in vernacular Italian had swept Europe with their celebrations of unrequited love, and pastoral eclogues featuring shepherdesses who were thinly disguised portraits of ladies at the Portuguese court. Suddenly, that ambition was shattered.

http://landegwhite.com/news/introduction-to-camoes-made-in-goa/

Director do CECC no encontro FORhUM

O director do CECC, Peter Hanenberg, esteve presente este mês no encontro FORhUM, que reuniu académicos de várias nacionalidade em torno das questões das Humanidades, em Lubliana. A sua conferência, “Cultural, Cognition and Intercultural Communication”, pode ser vista aqui, a partir de 1h25m:

A geografia do(s) Modernismo(s) no Coffee Break com Steffen Dix

Steffen Dix apresentou no Coffee Break do CECC a sua nova investigação, em torno das geografias dos modernismos lusófonos e as redes que se estabeleceram entre cidades situadas em diferentes continentes, sublinhando as recentes considerações de alguns autores sobre a descentralização do conceito de Modernismo.

No mesmo encontro, o director Peter Hanenberg comentou os eventos organizados pelo CECC no mês de Abril e anunciou os próximos, como “Arquiteturas: a Guerra Civil de Espanha e as Modernidades Peninsulares”   a decorrer já na próxima semana.

 

This slideshow requires JavaScript.

“Europe: a challenge for german and culture studies”, Peter Hanenberg

541px-Europe_(orthographic_projection).svg

Nos dias 21 e 22 de Abril, o encontro promovido pela APEG- Associação Portuguesa de Estudos Germanísticos e pelo CECC ‘Nationalismus. Europe in its Labyrinth’ reúne vários teóricos em torno do debate sobre o conceito de nacionalismo, o seu sentido actual e o das suas origens. A propósito, retomamos aqui o artigo de Peter Hanenberg, um dos oradores desta conferência, intitulado “Europe: a challenge for german and culture studies”, publicado na German Studies Association Newsletter em 2010.

The history of German Studies is intimately related to the national movement in the nineteenth century. German Studies arose in history as a means of founding and securing the notion of the nation – and thus to overcome a certain political and cultural stagnation felt by the intellectuals after the Vienna Congress and – please allow me this strange parallelism – after Goethe’s death in 1832. Immermann’s Epigonen and Ernst Willkomm’s Die Europamüden are two examples of a culture searching for its path. When Georg Friedrich Benecke, Karl Lachmann, and the Brothers Grimm started their devotion to and research on German culture, they did not just start from a German perspective, but instead situated their work in the context of the classical heritage and, in the case of Benecke, for example, in the context of other European literatures. But the famous “Germanistentage” in 1846 in Frankfurt and in 1847 in Lübeck brought together researchers from literary and language studies as well as from history and law, who concentrated their work on German subjects. When Wilhelm Grimm presented the dictionary project that would take more than a century to complete, it turned out to be simultaneously a work of fundamental research and the fruit of contemporary challenges. The entry “Germanist” in the dictionary is especially interesting, as it refers to the “experts and teachers of German law,” a term that developed only in the nineteenth century, as the dictionary explains, referring especially and as a kind ofself–fulfilling definition to Jacob Grimm’s edition of the Rechtsaltertümer.

O artigo completo está disponível no repositório da Universidade Católica.

This slideshow requires JavaScript.

Coffee Break com Landeg White

No dia 4 de Fevereiro, o CECC realizou um Coffee Break onde recebeu o investigador Landeg White que falou aos investigadores das suas pesquisas sobre a poesia enquanto método investigativo. O director, Peter Hanenberg, anunciou ainda a participação de duas novas bolseiras de investigação nas actividades do CECC, Clara Caldeira e Maria Ana Carneiro.