CFP: “Cultural Literacy & Cosmopolitan Conviviality”

Cultural Literacy & Cosmopolitan Conviviality

9 – 11 May 2019, Universidade Católica Portuguesa (Lisbon)

CALL FOR PAPERS

The first biennial Cultural Literacy in Europe Conference took place in London in April 2015; the second in Warsaw in 2017. We are now pleased to announce the Call for Papers for the third Biennial Conference, to be held at the Universidade Católica Portuguesa (Lisbon) in May 2019.


What is cultural literacy? 
Cultural Literacy (see http://cleurope.eu/about/) is an ability to view the social and cultural phenomena that shape our lives – bodies of knowledge, fields of social action, individuals or groups, and of course cultural artefacts – as being essentially readable. It engages with interdisciplinarity, multilingualism and collaboration. It is as much about innovation and creative practice – whether scholarly, artistic or social – as it is about analysis, and it often brings these two methods together.

What is conviviality? As a series of acts of negotiation, culture is inextricably linked to the exchange of goods and ideas, cosmopolitization, hybridization and mobility (Cronin, 2002, 2010). This calls for a new brand of cosmopolitanism, one that is not ‘from above’ (Hall and Werbner, 2008), and for a convivial culture in which ‘the recognition of mutual worth, dignity and essential similarity imposes restrictions on how we can behave if we wish to act justly’ (Gilroy, 2004: 4). The project of conviviality depends on the translatability of human experience, of literacy as translation, and an ethics of heterogeneity and education, which reminds us that cultures are not homogeneous and do not sit still (Sen, 2006: 112-113). It also leads to a re-reading of the past through the lens of present-day concerns, as these often relate to ‘a post-imperial melancholia’ (Gilroy, 2004), which may translate into a need to ‘decolonise’ Europe (Sayyid and Barnor, 2006) and promote a ‘subaltern cosmopolitanism’ (Sousa Santos, 2002).

In our digital era, conviviality also extends to virtual space and social media, as these imply new literacies. The question of whether ‘we expect more from technology and less from each other’ (Turkle, 2012: 295) is a pressing one: are online forms of interaction, conversation and cultural exchange meaningful forms of convivial culture, and how are the arts and literature being (re)shaped by the new technologies?

This Conference will address modes of conviviality that cultures may have resisted, promoted or facilitated down the ages and especially in the present. It will reflect upon the role and effects of cultural literacy in different media, in the shaping of today’s politics and global economy. As a potent tool for spreading ideas and ideologies, cultural literacy helps shape world-views and social attitudes in indelible ways that need further investigation.


You are invited to submit a proposal for a 20-minute paper (or for a panel of three 20-minute papers) on any area of the conference topic. 
Proposals should consist of: title, an abstract (max. 300 words), a mini-biography (max 100 words), plus your name, affiliation and email address. Send this to mlopes@fch.lisboa.ucp.pt and n.segal@bbk.ac.ukby the deadline of Wednesday 30 November 2018.

 

PAPERS ON ANY OF THE FOLLOWING – OR ALLIED – TOPICS ARE WELCOME

  • Art in conflict/ conflict solving
  • Art mediation, social criticism and change
  • Conviviality and translation
  • Conviviality in artistic practice
  • Cultures of place, cultures of displacement and replacement
  • Digital literacy: changes and challenges
  • Memory and cultures of conviviality
  • Migration, diversity and cultural literacy
  • Multilingualism and power
  • Reading through textuality, fictionality, rhetoricity and/or historicity
  • Representations and ethics of conviviality, hospitality, cosmopolitanism

References

Beck, Ulrich (2006), Cosmopolitan Vision, trans. Ciaran Cronin, Cambridge and Malden: Polity.

Cronin, Michael (2002), Translation and Globalization, London and New York: Routledge.

Gilroy, Paul (2004), After Empire. Melancholia or Convivial Culture?, London & New York: Routledge.

Hall, Stuart and Pnina Werbner (2008) ‘Cosmopolitanism, Globalisation and Diaspora’, Pnina Werbner (ed.) Anthropology and the New Cosmopolitanism, Oxford: Berg, 345–60.

Sen, Amartya (2006), Identity and ViolenceThe Illusion of Destiny, London and New York: Penguin Books.

Santos, Boaventura de Sousa (2002), Toward a New Legal Common Sense: Law, Globalization, and Emancipation, London: Butterworths LexisNexis.

Sayyid and Barnor, Hesse (2006), ‘Narrating the Postcolonial Political and the Immigrant Imaginary’, N. Ali, V.S. Kalra, S. Sayyid (eds.), A Postcolonial People: South Asians in Britain, London: C. Hurst & Publishers, 13-31.

Turkle, Sherry (2012), Alone Together: Why We Expect More from Technology and Less from Each Other, New York: Basic Books.

 

KEYNOTES

  • Paul Gilroy (Kings College London)
  • Boaventura de Sousa Santos (University of Coimbra)
  • Sowon Park (University of California Santa Barbara)
  • Ahmet Öğüt (artist)

 

CONFERENCE FEES

Early bird fee (by 1 Feb 2019)

Standard €160

Students (+ ID)/ Unwaged €100

Full fee (2 Feb-29 March)

Standard €200

Student (+ ID)/ Unwaged €150

The registration fee includes coffee breaks, lunch, and all conference documentation.

 

Prior membership of CLE is required; see http://cleurope.eu/membership/

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Marta Teixeira Anacleto apresenta “Misérias e Esplendores da Tradução no Portugal do Estado Novo” de Teresa Seruya

“Inicio esta breve apresentação de Misérias e Esplendores da Tradução no Portugal do Estado Novo, da autoria da Professora Teresa Seruya, com uma espécie de nota autobiográfica que não será – espero – descabida relativamente à tarefa que fui convidada a realizar.

Em 2002, depois de ter defendido a minha tese de doutoramento em Literatura Comparada e Estudos de Tradução, na Universidade de Coimbra, tive o gosto de presidir a uma mesa redonda, na Universidade de Évora, onde a autora deste livro e a sua equipa de investigação do Centro de Literatura e Cultura Portuguesa e Brasileira da Universidade Católica Portuguesa, apresentavam o projeto “História Literária e Traduções. Representações do Outro na Cultura Portuguesa”. Até então, nunca havia percebido o verdadeiro sentido e as implicações fundamentais (e fundacionais) da inexistência da integração, no âmbito da História da Literatura Portuguesa, dos textos em tradução. Depois desse momento (que marcou, sem qualquer dúvida, o meu percurso científico e a orientação do meu pensamento crítico), surgiu o convite generoso para integrar o grupo e a consequente participação em inúmeras reuniões de trabalho, em workshops e colóquios periódicos, realizados em torno desses tópicos de investigação, reunindo, em mesas quase redondas, nomes portugueses e estrangeiros reconhecidos dos “Translation Studies” (e que reconheciam a validade teórica e epistemológica do projeto). Desse tempo e deste tempo ficaram e ficam os resultados de um trabalho em comum e, não menos importante na instituição universitária, os laços de Amizade.

O livro que hoje tenho o prazer de apresentar demonstra exatamente o “esplendor” desse projeto de investigação e mostra, de forma clara, como a sua evolução, fundamental para a História da Literatura Portuguesa e para a História dos Estudos de Tradução em Portugal, decorreu do efetivo papel de coordenação que Teresa Seruya sempre sobre protagonizar, de forma cientificamente sólida e humanamente singular.

Reescreve-se, significativamente, no título da obra, o título do célebre ensaio de Ortega u Gasset, publicado em 1937 – Miseria y esplendor de la traducción – para, utilizando-o no plural, reunir um conjunto de estudos que Teresa Seruya desenvolver sobre a «Tadução do Portugal do Estado Novo », no âmbito do projeto a que aludi e, depois, no contexto de um novo projeto sediado no atual Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da Universidade Católica, em parceria com o Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa.

O facto de se glosar, escrevendo de novo e no plural, o título de Ortega y Gasset não é obviamente inocente: por um lado, trata-se de um volume que, como se afirma na “Apresentação”, congrega um conjunto lato de estudos que a autora realizou nos últimos 20 anos (três de entre eles contando com a coautoria de Maria Lin Moniz), sobre a história da tradução em Portugal, incidindo no período do Estado Novo e no efeito da Censura nas reescritas (aí se dá conta das misérias e esplendores de casos específicos atingidos, em maior ou menor grau, pelo silenciamento ideológico); por outro lado, não se trata apenas de um conjunto de textos reunidos em torno de um tema comum, mas de uma obra (também) sobre teoria e filosofia da tradução, demonstrando uma coerência teórico-crítica através da qual se deduzem as fragilidades e as mais-valias de um quadro geral que marca os Estudos de tradução em Portugal.

Dito de outro modo, a constatação, enunciada no espaço de “Apresentação”, de que apenas nas últimas duas décadas, se começou a dar especial relevância à tradução na cultura portuguesa, torna-se o argumento essencial para o desejo, manifestado pela autora, de participar na organização de uma história da tradução em Portugal, representando este livro, definitivamente, uma etapa histórica nesse processo e uma etapa relevante nessa e dessa história.

Dessa relevância histórica nos dá conta a própria organização coesa e estrategicamente operatória do volume, assente em dois grandes movimentos: um primeiro, de dimensão mais lata, intitulado «Para uma história da tradução em Portugal»; um segundo momento, mais canalizado para uma intervenção epocal, abordando o tópico “Tradução e Censura”, ao qual Teresa Seruya dedicou e dedica investigação sistemática. Especificando um pouco mais: a dinâmica subjacente à utilização da preposição “para”, na Parte Primeira do volume, é argumento suficiente para nela se incluírem reflexões teórico-metodológicas sobre a natureza da organização e escrita de uma história da tradução no caso português, avaliando-se o lugar epistemológico que nesse projeto ocupa a obra de Gonçalves Rodrigues (A Tradução em Portugal), propondo-se o abandono de uma história da tradução panorâmica e uma orientação tendencial para a escrita de uma História da Literatura Portuguesa que incluirá forçosamente o vasto património de traduções realizadas ao longo das épocas. Ilustra esta proposta, fundamentada em múltiplas tendências teóricas atuais dos Estudos de tradução (veja-se a extensa lista bibliográfica final), a análise de uma bibliografia crítica da tradução de literatura em Portugal durante o Estado Novo (título de um dos capítulos da obra), a reflexão sobre 3 as inevitáveis relações entre a prática da tradução e o poder, nesse período de ditadura, alguns apontamentos sobre as relações editoriais entre Portugal e Brasil, nos anos 40 e 50 do século XX. Os capítulos que encerram este primeiro momento (ou movimento) da obra dão conta, de forma teoricamente orientada, da relevância das coleções no Estado Novo e do modo como nelas são introduzidos ou não (a intradução), sob uma programação antológica ideologicamente fundamentada, os textos estrangeiros em tradução. Existe, assim, lugar para analisar diferentes estudos de caso: da coleção Livros RTP-Biblioteca Básica Verbo (um projeto pluridisciplinar que envolveu a equipa de investigação do Centro de Literatura e Cultura Portuguesa e Brasileira da Universidade Católica Portuguesa, coordenada pela Professora Teresa Seruya, a que, significativamente se associaram investigadores da área da História e Sociologia), a coleções de referência epocal com as das Edições Portugália ou, até, antologias de textos orientais.

Entende-se assim, que a passagem para a Parte segunda do volume – «Tradução e Censura» – pretenda evidenciar fenómenos de manipulação da escrita (ou reescrita) que remetem para a ontologia do próprio texto em tradução e para a sua articulação complexa com a ideologia (ou as ideologias). A autora, aliás, salienta, na apresentação desta Parte, a relevância de um trabalho continuado de pesquisa assente em documentos e relatórios emanados da Censura e retratando a Censura, cuja análise minuciosa (refletida em quadros numéricos pela primeira vez revelados, com percentagens de autores traduzidos, títulos, géneros) redunda em estudos de espetro diverso. Por isso mesmo, o módulo “Tradução e Censura” declina-se em três ordens de trabalhos: estudos de caráter mais sistemático sobre décadas (nomeadamente a década de 50), capazes de revelar uma tipologia de tradução sob a Censura; estudos mais temáticos, abordando (cito) “assuntos consabidamente “delicados” para o regime” (como a tradução e a relação Portugal/Espanha durante a Guerra civil espanhola; ou as Mulheres e a Guerra Civil de Espanha na censura); finalmente, estudos de caso envolvendo dois autores (Brecht e Simone de Beauvoir) cujo pensamento seria considerado “revolucionário” ou censurável durante o Estado Novo.

O final da obra leva, por isso mesmo, o leitor a reler o seu início – o seu avant-propos efetivo e simbólico – onde a autora, consciente da relação dialética que marca as duas partes do volume, e de uma síntese possível que fica forçosamente para além do/deste texto, anuncia um 2º volume de reflexão sobre tradução e migração, tradução cultural e estudos de caso de autores, cujas múltiplas traduções manifestam uma evidente interferência na própria evolução da literatura portuguesa e da história da literatura portuguesa.

Significa isto que a impossibilidade simbólica, tácita, de encerrar este volume não decorre apenas de uma história idiossincrática de investigação e de um percurso que se pretende reunir em livro; a impossibilidade de “fechar” este volume é determinada, também, pela própria natureza dos estudos sobre e de tradução, pela necessidade constante (intuída claramente pela autora) de reescrever o pensamento teórico, crítico e filosófico (de novo, Ortega y Gasset) sobre o texto em tradução, uma vez entendida a sua transversalidade epistemológica e a sua ligação a áreas de conhecimento outras, como a Sociologia, a Antropologia, a Linguística.

Nesse sentido, Misérias e Esplendores da Tradução no Portugal do Estado Novo não escamoteia um problema: mostra um problema (que tem sequência num continuum coerente de outros estudos, de outros problemas). Recooro, por isso, et pour cause, a Henri Meschonnic (como muitos sabem – e autora também –, um dos meus pensadores-fétiche, teórico da tradução e da linguagem, tradutor da Bíblia, poeta). Para Meschonnic (Poétique du traduire, Paris, Verdier, 1999) traduzir é ‘mostrar um problema. Porque mostrando-o, mostra-se a sua historicidade: o problema é a historicidade de uma relação entre discursos’.

Consequentemente (e continuo a seguir o autor, o tradutor, o poeta francês), o confronto entre o ato de traduzir com a literatura – e é disso que se trata nesta obra de Teresa Seruya – é o confronto permanente da língua com o discurso, das ideologias da língua e da literatura com o funcionamento histórico da literatura.

Assim, o disederatum antigo de escrever, em equipa, uma história da tradução em Portugal, a que alude a autora na “Apresentação” deste livro, o desejo de “abertura ao outro” que a move e que move a tradução, o intuito de que o “seu” livro «possa incentivar o interesse pela tradução em Portugal, bem como o empenho em investiga-la em maior amplitude e sistematicidade» (p. 11) fica lançado com o lançamento desta obra. Porque a história da tradução e das suas constantes transformações deve ser vista (ainda Meschonnic) como uma história do sujeito, um aspeto da história da historicidade (afinal um aspeto das suas misérias e esplendores).

Fica, por conseguinte, finalmente, no final, um agradecimento particular à Professora Teresa Seruya por esta dádiva. E por este desafio.”

Marta Teixeira Anacleto
Universidade de Coimbra
CLP (Centro de Estudos Portugueses)

José Miguel Sardica publica capítulo sobre a “Crise e Queda da Monarquia Liberal Portuguesa”

José Miguel Sardica, historiador e investigador do CECC, publicou o capítulo “Crise e queda da monarquia liberal portuguesa”, no livro Dois Países, Um Sistema. A Monarquia Constitucional dos Braganças em Portugal e no Brasil (1822-1910). 

A obra, com peer-reviewing científico, foi coordenada por Rui Ramos, José Murilo de Carvalho e Isabel Corrêa da Silva, e editada em agosto de 2018 pelas Publicações D. Quixote, do grupo editorial LeYa.

O livro constitui, no seu conjunto, um estudo comparado entre os sistemas e processos políticos que fizeram a história do Brasil, desde a sua independência até ao final do II Império, e de Portugal, desde a Guerra Civil oitocentista até à proclamação da República.

O capítulo do investigador José Miguel Sardica “dialoga” com o do professor e investigador brasileiro Christian Lynch, docente do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Rio de Janeiro.

Luísa Santos publishes article in ‘Muséologies’

Professor and CECC Researcher Luísa Santos has published an article on the 8th volume of the book Muséologies. The launching celebrates the book’s 10th birthday, and occurred on September 27th , in Quebec. The volume is mainly focused in dealing with matters of Les Noveaux Paradigmes.

Luísa Santos wrote under the topic of New Mediation Practices as a trope for Social Change. The cases of Tate Modern, Tensta Konsthall and Clark House Initiative.

In the article, Luísa Santos proposes to rethink art as a social system, provided with the ability to reflect (upon) the social dynamics artists are embedded in. Art Museums, thus, mirror these concerns and can be utilized as means of creating an impact on society. Tate Modern (United Kingdom), Tensta Konsthall (Sweden) and Clark House Initiative (India), serve as examples for reflecting and understanding how art can be a means of increasing awareness and channel change.

 

As written by Luísa Santos,

“What seem to be changing are the ways that the challenges, posed both by the social and the art systems, are being conveyed. Art museums are seeking to create emotional experiences that inspire visitors to take action through art rather than educating or asking for a collaborative participation only. Art museums seem to be moving away from traditional exhibition-making and display to emotion-driven and museum experiences which provide opportunities for engaging pro-actively in the world where they live. In other words, it seems that museums are adopting Joseph Beuys’ famous motto “Everybody is an artist,” in what can be regarded as the epitome of the empowerment of the individual. With empowerment comes the responsibility that each individual has towards the collective social realm we all live in.”

Call for Articles: Diffractions Graduate Journal for the Study of Culture

Call for Articles

(Dis-)covering ciphers: objects, voices, bodies.

Deadline for submissions: October 31, 2018

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To analyze the ways in which cultural objects acquire meaning can also be understood as looking at the technologies by which those objects have become enciphered. In this issue of Diffractions we aim to look at the concept of the cipher in its myriad ways of appearing, be they cultural, social, political, technological, linguistic or economic in nature.

To give an example of that last category, one merely needs to point towards Marx’s theory on the fetishization of commodities. There, the process through which the material existence of products of labor can become invisible behind their exchange value, is formulated as a process of hiding what is central to the object; its material existence and its use value. In other words, the Marxist theory of fetishization can be understood as the discovery of a cipher, the cipher of exchange value.

But the concept of the cipher travels easily, and can be situated in many locations. In Adriana Cavarero’s work on the voice, she considers the ways in which the bodily aspects that are associated with the vocal are often hidden behind its semiotic, linguistic, and signifying capacities. That is to say, speech functions as a cipher for the materiality of the vocal. The vocal needs to be deciphered.

But what is a cipher? And how to know if we are dealing with a cipher to begin with? The cipher raises questions. In technologico-linguistic terms, a cipher calls for a key. A password. A way to de-cipher what was first en-ciphered. Perhaps a text that appears as a cipher is a plain text after all. The cipher’s call is not always obvious. Ciphers can conceal their act of concealing; hide not only what they are hiding, but that they are hiding as well; steganography.

Ciphers cut. And, as Jacques Derrida writes, they produce an inside and an outside, insides and outsides.  In order to protect what is behind the cipher, the cipher has to function as a passageway, letting some through while excluding others. In order to be allowed to enter, something must already be known. The cipher marks the limits of something hidden. But some measure of knowledge is nevertheless presupposed. It marks the boundaries of a relationship. It conceals and shows at the same time. It covers and uncovers.

If, for someone like Marx, the material manifestation of any object precedes its encipherment, others might submit, instead, that the cipher operates as the occasion for materialization to first take place. Mediation comes first, and materializes the body, someone like Judith Butler would argue. Following such accounts of the performative nature of subjection, one may suggest that the very materiality of the body is a product of a process that relies on cultural, linguistic, affective, and discursive, ciphers. And if the cipher conditions processes of materialization and subjectivation, one can ask if there is anything that escapes its logic. Is there an excess of meaning that remains neither enciphered, nor decipherable? To trace that excess would be to situate the cipher more precisely. It would be an attempt to recognize ciphers where they are, and to isolate those places where they remain absent.

 

For the upcoming issue of Diffractions we would like to make the cipher speak. To allow it to be heard, perhaps against its will. To ask where the cipher begins, and what exceeds its limits. In doing so, we aim to connect the cipher to objects, to values, to voices, and to the body. Our goal is to investigate the ways in which these concepts can be made useful for the study of cultural objects. How objects of study might help us to make the cipher speak, and how the cipher might engage these objects in return.

~      ciphers and objects

~      ciphers and voices

~      ciphers and bodies

~      ciphers as commodity

~      the fetishization of ciphers

~      ciphers and technology

~      the materiality of the cipher

~      hidden ciphers

~      the social life of ciphers

~      beyond the cipher

~      performativity and the cipher

~      cipher + cyber

We look forward to receiving proposals of 5.000 to 9.000 words (excluding bibliography) and a short bio of about 150 words by October 31st, 2018 to be submitted at our website: https://diffractions.fch.lisboa.ucp.pt/Series2.

Diffractions also accepts book reviews related to the issue’s topic. If you wish to write a book review, please contact us through the e-mail address below.

We aim to be as accessible as possible in our communication. Should you have any questions, remarks, or suggestions, please do not hesitate to contact us through the following address: info.diffractions@gmail.com.

Call for Papers: IX Lisbon Summer School for the Study of Culture

IX Lisbon Summer School for the Study of Culture

Neurohumanities

Promises & Threats

Lisbon, July 1-6, 2019

 

CALL FOR PAPERS

Deadline for submissions: February 28, 2019

When the US government declared the 1990s “The decade of the brain”, it aimed at raising public awareness toward the use of neuroscience for the enhancement of life quality and as a way to better address the challenges of growing life expectancy. The initiative was further supported by substantial research funding, which not only impressed public opinion but appealed to many research fields. Finding a link to brain research and the processes of the human mind, many disciplines were repositioned and adopted the “neuro” prefix, promising new insights into age-old problems by reframing them from the angle of the brain-mind continuum.

Neuroscience seeks to explain how the brain works and which neurophysiological processes are involved in complex cognitive abilities like sensation and perception attention and reasoning, memory and thought.

One of the most striking and unique features of the human mind is its capacity to represent realities that transcend its immediate time and space, by engaging complex symbolic systems, most notably language, music, arts and mathematics. Such sophisticated means for representation are arguably the result of an environmental pressure and must be accounted for in a complex network of shared behaviors, mimetic actions and collaborative practices: in other words, through human culture. The cultural products that are enabled by these systems are also stored by means of representation in ever-new technological devices, which allow for the accumulation and sharing of knowledge beyond space and across time.

The artifacts and practices that arise from the symbolic use, exchange and accumulation are the core of the research and academic field known as the Humanities. The field has been increasingly interested in the latest developments deriving from neuroscience and the affordances they allow about the conditions and processes of the single brain, embedded in an environment, in permanent exchange with other brains in an ecology that is culturally coded.

This turn of the humanities to neuroscience is embraced by many and fiercely criticized by others. The promise of the Neurohumanities, the neuroscientifically informed study of cultural artifacts, discourses and practices, lies in unveiling the link between embodied processes and the sophistication of culture. And it has the somewhat hidden agenda of legitimizing the field, by giving it a science-close status of relevance and social acknowledgement it has long lacked. Here, though, lies also its weakness: should the Humanities become scientific? Can they afford to do so? Should they be reduced to experimental methodologies, collaborative research practices, sloppy concept travelling, transvestite interdisciplinarity? Is the promise of the Neurohumanities, seen by some as the ultimate overcoming of the science-humanities or the two cultures divide, in fact not only ontologically and methodologically impossible and more than that undesirable? And how will fields like Neuroaesthetics, Cognitive Literary Theory, Cognitive Linguistics, Affect Theory, Second-person Neuroscience, Cognitive Culture Studies or Critical Neuroscience relate to the emerging omnipresence and challenges of Artificial Intelligence?

The IX Summer School for the Study of Culture invites participants to submit paper and poster proposals that critically consider the developments of the Neurohumanities in the past decades and question its immediate and future challenges and opportunities. Paper proposals are encouraged in but not limited to the following topics:

  • 4E Cognition: embodied, embedded, enacted and extended
  • performance and the embodied mind
  • spectatorship and simulation
  • from individual to social cognition
  • mental imagery
  • empathy
  • memory, culture and cultural memory
  • cognition and translatability
  • mind-body problem
  • life enhancement
  • neuro-power
  • (neuro)humanities and social change
  • AI, cognition and culture

The Summer School will take place at several cultural institutions in Lisbon and will gather outstanding doctoral students and post-doctoral researchers from around the world. In the morning there will be lectures and master classes by invited keynote speakers. In the afternoon there will be paper presentations by doctoral students.

 

Paper proposals

Proposals should be sent to lxsummerschool@gmail.com no later than February 28, 2019 and include paper title, abstract in English (max. 200 words), name, e-mail address, institutional affiliation and a brief bio (max. 100 words) mentioning ongoing research.

Applicants will be informed of the result of their submissions by March 15, 2019.

 

Rules for presentation

The organizing committee shall place presenters in small groups according to the research focus of their papers. They are advised to stay in these groups for the duration of the Summer School, so a structured exchange of ideas may be developed to its full potential.

 

Full papers submission

Presenters are required to send in full papers by May 30, 2019.

The papers will then be circulated amongst the members of each research group and in the slot allotted to each participant (30’), only 10’ may be used for a brief summary of the research piece. The Summer School is a place of networked exchange of ideas and organizers wish to have as much time as possible for a structured discussion between participants. Ideally, in each slot, 10’ will be used for presentation, and 20’ for discussion.

 

Registration fees

Participants with paper – 290€ for the entire week (includes lectures, master classes, doctoral sessions, lunches and closing dinner)

Participants without paper – 60€ per session/day | 190€ for the entire week

 

Fee waivers

For The Lisbon Consortium students, there is no registration fee.

For students from Universities affiliated with the European Summer School in Cultural Studies and members of the Excellence Network in Cultural Studies the registration fee is 60€.

 

Organizing Committee

  • Isabel Capeloa Gil
  • Peter Hanenberg
  • Alexandra Lopes
  • Paulo de Campos Pinto
  • Diana Gonçalves
  • Clara Caldeira
  • Rita Bacelar

For further information, please contact us through lxconsortium@gmail.com

ECCRR 2018 International Conference

During the following days, CECC researchers will be gathering for a four-day conference on the topic “Europe’s Crises and Cultural Resources and Resilience” (ECCRR), promoted by the PhDNet symposia, within the context of the DAAD program “Dialogue with Southern Europe” (Hochschuldialog mit Südeuropa).

The conference will be held in Rome, starting on the 12th September with a welcoming speech by conference organizers Ansgar Nünning, Michael Basseler, Sandro M. Moraldo and Imke Polland.

The conference aims at raising questions on the different crises Europe has been experiencing for the past decade, placing particular emphasis on its responsiveness. Literature, art and culture are here debated as linking and maintaining transcultural relations as a resource for resilient approaches.

Panels are organized according to different topics and project presentations, in which Professors and CECC researchers will be present, as follows:

 

12th September – Resources of Resilience in Dealing with Crises in/of Europe

Ana Margarida Abrantes: Krisendarstellung und Krisenerfahrung in Portugal

 

13th September – European Projects

Marília dos Santos Lopes: Von Entdeckung und Selbstentdeckung in der europäischen Geschichte

Vera Herold: Schütz and Schumann in Dark Times. The Role(s) of Music for the Lissaboner Deutsche – from Exclusion to Inclusion

 

14th September – International Cooperations and European Projects

Peter Hanenberg: Keynote Speaker on the topic of Translation as a Cultural Ground for Europe 

Inês Espada Vieira: 4Cs: from Conflict to Conviviality through Creativity and Culture

Alexandra Lopes: The First Blackbird? Fear and Resilience in Salman Rushdie’s Joseph Anton

European Humanism in the Making – Summer Workshop

Os docentes e investigadores do CECC Peter Hanenberg e Alexandra Lopes participaram, durante a presente semana, no workshop de verão “European Humanism in the Making”. Este decorreu durante os dias 9 e 11 de julho em Gubbio, Itália com o objetivo de discutir questões culturais e políticas para a redefinição do conceito de “Europeaness”.

A iniciativa partiu da Assembleia Geral de FUCE (Federação Europeia de Universidades Católicas) em Maio de 2015, e conta com cinco universidades parceiras desde 2017. Peter Hanenberg coordena um dos 5 módulos.

 

Durante os dias 9 e 11, os investigadores apresentaram diferentes abordagens aos principais tópicos do programa:

I. European History and Consciousness

II. Literature, the Arts, Translation and European Identity

III. The European Approach to Science and Technology

IV. European Social Humanism

V. Governance, Democracy and Civic Engagement: Beyond Differences

 

Peter Hanenberg e Alexandra Lopes apresentaram reflexões sob os títulos “Re-reading the canon as funding texts of European Identity” e “’Seventy times seven’: negotiating identity and alterity in Europe through translation”.

Encontro Ciência 2018

Ciência 2018 é um encontro anual que procura reunir investigadores portugueses em torno de um debate focado nos maiores temas e desafios da atualidade.
A edição do Encontro com a Ciência e Tecnologia em Portugal 2018 terá início no dia 2 de julho no Centro de Congressos de Lisboa e conta com a presença de investigadores Portugueses e de África do Sul como país convidado.

Serão três dias intensivos focados na agenda 2030 proposta pela Organização das Nações Unidos, convidando investigadores de diferentes áreas e disciplinas a discutirem e repensarem a conceção do 9º Programa do Quadro Europeu para a Investigação e Inovação 2021-2028.

As sessões estão organizadas por diferentes temas, dos quais destacamos a intervenção dos investigadores do CECC Ana Cristina Cachola, Antonio Chenoll, Luísa Santos e Patrícia Dias, com os respetivos abstracts descriminados abaixo.

Destacamos ainda a presença dos alunos de Doutoramento Ana Paula Mauro e Naide Feijó Múller Cajado Caldeira, as quais marcarão presença na conferência com a apresentação dos seus respetivos Posters: Narrativas Não-ficcionais Imersivas no Ciberespaço e Representação do ativismo (por direitos humanos e não humanos) na informação televisiva em Portugal.

Programa completo Ciência 2018
Registo de acesso às conferências

Sessão no tema 1 – Iniciativa Nacional Competências Digitais
Tecnologias Digitais, Crianças e Parentalidade: Desafios da educação informal
Patrícia Dias, Centro de Estudos de Comunicação e Cultura

Na sociedade em que vivemos, as crianças estão a nascer em lares mediatizados, nos quais são expostas às tecnologias digitais desde tenra idade, e começam a utilizá-las cada vez mais cedo. No caso das crianças mais pequenas, os pais desempenham um papel fundamental na mediação do acesso aos dispositivos e aos conteúdos, e das práticas digitais. Contudo, os pais são confrontados com informações e opiniões contraditórias, quer nos discursos mediáticos quer nas suas redes de relações, e têm muitas dúvidas sobre a melhor forma de mediar a utilização das tecnologias digitais, tendo em vista o desenvolvimento e o bem-estar dos filhos.
O projeto hAPPy kids tem como objetivo identificar critérios válidos para a avaliação e seleção de conteúdos digitais para crianças, sobretudo para dispositivos móveis. Tendo como principal fundamentação teórica o conceito de conteúdos digitais positivos para crianças de Sónia Livingstone (2008), este projeto explora as percepções e práticas de pais e crianças, bem como consulta diversos stakeholders do mercado, especialistas influenciadores nos media, e ainda policy-makers. Contando com uma vasta e diversa base empírica – inquéritos a 1968 pais de crianças com menos de 8 anos, visitas e entrevistas a 81 famílias e entrevistas a 16 stakeholders – este projeto visa discutir o papel das tecnologias digitais e da mediação parental na educação informal.

Sessão no tema 4 – Educação de Qualidade
Projeto AFORO. Apoio para a Formação Regular Online | AFoRO
Antonio Chenoll, Centro de Estudos de Comunicação e Cultura

Inserido no Objetivo 4: Qualidade no ensino superior, dentro dos 17 Objetivos de desenvolvimento sustentável a proposta de projeto AFoRO tenta aproximar os conteúdos que a Faculdade de Ciências Humanas da UCP ministra de maneira geral e presencial para um curso online, aberto e gratuito dirigido a camadas da população sensíveis ou em risco de exclusão como adolescentes com poucos recursos, mulheres vítimas de violência de gênero, imigrantes/refugiados, entre outros.
Desta maneira, combinamos o objetivo de oferecer a qualidade do ensino universitário (Objetivo 4 e principal neste projeto) com outros objetivos como Reduzir a Desigualdade (Objetivo 10) e a Igualdade de Gênero (Objetivo 5).
O desenho do projeto terá a colaboração de diferentes membros da comunidade acadêmica da Universidade Católica Portuguesa em Lisboa e Viseu, especialistas na proposta dos conteúdos do curso assim como a parceria de ONGs credíveis que acreditem a situação real dos candidatos.
Além dos cursos, o projeto visa certificar as competências adquiridas em provas presenciais ou online síncronas, com o intuito de serem reconhecidas pelo mercado de trabalho acrescentando assim a competitividade dos participantes. Esta certificação será completamente optativa, terá mínimos de participação para garantir a qualidade da certificação e deverá ser paga como compensação por despesas; mas nunca como receita da universidade.
Todos os cursos terão uma componente fundamentalmente prática, multimédia e interativa tendo sempre em consideração o desenvolvimento das softskills fundamentais para a inserção laboral do público alvo.

Sessão no tema 5 – Igualdade de Género
Activismo académico: a importância das zonas cinzentas da falsidade, do racismo e do sexismo (ou um plano contra a trumpificação dos discursos)
Ana Cristina Cachola, Luísa Santos, Centro de Estudos de Comunicação e Cultura
O activismo académico toma diferentes formas e pode ser praticado de diferentes modos. Segundo Flood, Martin e Dreher “os académicos podem conduzir activismo enquanto trabalho académico, validando (formas particulares de) activismo em nome do seu valor intelectual” (2013:18). A falsidade no discurso ou a falsidade enquanto discurso têm sido discutidos por muitos autores. Como Michel Foucault afirma, “não podemos imaginar que o mundo nos mostra uma realidade legível que temos apenas que decifrar. O mundo não é um cúmplice do nosso conhecimento; não há proveniência pré-discursiva que coloque o mundo a nosso favor” (1981: 67). É precisamente neste contexto que esta apresentação pretende discutir porque é que as zonas cinzentas da falsidade, do racismo e do sexismo têm a mesma importância que as situações explícitas de falsidade política.

CFP (Novo prazo): Colóquio “Desavindos com a Vidinha! Literatura e outras artes contemporâneas de Alexandre O’Neill”

O poema “Rua André Breton” (Entre a Cortina e a Vidraça, 1972), de Alexandre O’Neill, pode ser lido como súmula perspicaz da história da literatura de uma parte significativa do século XX português. O’Neill convoca para o poema os dois movimentos literários que marcaram, de forma determinante e transgressora, o panorama nacional, a partir da década de 30 do século XX: o Neorrealismo (a que alude no verso “A imitação do isto, a gangazul, a variz da varina”) e o Surrealismo (vincando-se desde logo a dissidência e a mobilidade como marcas identitárias do movimento: “A rua André Breton está sempre a mudar de rua.”)
Tendo em conta a figura de Alexandre O’Neill e do lugar que este tem no panorama literário do século XX português, pretende-se que este colóquio abra a oportunidade de revisitar alargadamente os objetos, práticas e conceitos que, contemporâneos de O’Neill, formaram o espaço cultural português do segundo e terceiro quartéis do século passado, na literatura, nas artes visuais e performativas, no cinema, na música e na crítica.
A imagem de ‘pássaros de asas cortadas’ que Luiz Francisco Rebello aplicou à alta burguesia lisboeta, na sua peça de 1959, adaptada ao cinema por Artur Ramos, em 1963, com diálogos assinados por Alexandre O’Neill e Luís de Sttau Monteiro, poder-se-ia recuperar hoje como caracterização de uma geração de criadores “desavindos com a vidinha”, cerceados pelo meio sociopolítico e cultural em que intervinham.

Esta chamada para comunicações convida os investigadores a refletirem sobre a expressão artística e concetual da rede de escolhas estéticas, culturais e políticas vividas, em Portugal, ao longo dos anos de O’Neill.

Tópicos possíveis:
• Representações culturais de Portugal no século XX;
• Ideologia e arte;
• Artes no pensamento e na crítica;
• Unidades e dissidências nos diferentes “ismos”;
• Receção das vanguardas artísticas internacionais;
• Revistas culturais e imprensa generalista;
• Lugares da tradução na evolução das artes em Portugal;
• Indústrias culturais: emergência de novas linguagens.

Pede-se o envio de um resumo de 250 palavras acompanhado de uma pequena nota biográfica (100 palavras) para 2018vidinha@gmail.com até 27 de julho de 2018. Cada proposta deve apresentar, de forma clara, o título da comunicação, o nome, a filiação institucional e o contacto. A notificação de aceitação ou rejeição do resumo ocorrerá até 17 de setembro de 2018. Será publicada uma seleção das comunicações.

Os participantes devem preparar uma comunicação para 20 minutos, seguida de uma discussão.

Inscrições: 60 €

Universidade Católica Portuguesa
Biblioteca Nacional de Portugal
10 e 11 de dezembro de 2018

Comissão organizadora:
Joana Meirim
Alexandra Lopes
Sónia Pereira
Miguel-Pedro Quadrio

Conferencistas convidados:
Perfecto Cuadrado | Universitat de les Illes Balears
António M. Feijó | Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
João Paulo Queiroz | Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa

Comissão Científica:
Nuno Amado | Universidade Católica Portuguesa
Ana Paula Coutinho | Universidade do Porto
Joana Meirim | Universidade Católica Portuguesa
Carlos Mendes de Sousa | Universidade do Minho
Miguel-Pedro Quadrio | Universidade Católica Portuguesa
Clara Rowland | Universidade Nova de Lisboa
Gustavo Rubim | Universidade Nova de Lisboa
Marta Teixeira Anacleto | Universidade de Coimbra
Jorge Vaz de Carvalho | Universidade Católica Portuguesa

Nota: Este colóquio é a última atividade de Lugares de O’Neill, projeto de investigação nos domínios da Língua e da Cultura Portuguesas, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.